TRILHA 3

📚 Camada de Conhecimento

Silver Platters, Pantry/Prep/Plate, Skills, MCP, Context Engineering e memória como filesystem. Onde o agente busca o que precisa.

6
Módulos
36
Tópicos
~5h
Duração
Médio
Nível

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

3.1~50 min

🍽️ Silver Platters — resumos como filesystem

Agentes leem resumos preparados, não caos bruto. A ponte entre dado e raciocínio.

O que é:

Arquivo .md ou tabela com KPIs/resumo de uma área. Pré-processado para o agente.

Por que aprender:

É a ponte entre dado bruto e agente útil — sem ela, agente alucina lendo PDFs.

Conceitos-chave:

Resumo estruturado, KPI, contexto pronto.

O que é:

vendas.csv, campanhas.xlsx, contratos.pdf → financeiro.md, marketing.md → leitura do agente.

Por que aprender:

Define onde o pré-processamento mora.

Conceitos-chave:

ETL, summarization, freshness.

O que é:

Resumo executivo, KPIs, alertas, oportunidades, perguntas em aberto.

Por que aprender:

Padrão evita reinventar a roda toda semana.

Conceitos-chave:

Template, schema implícito, frescor.

O que é:

Numbers e KPIs vêm de Python (sem LLM). Texto e narrativa vêm do agente.

Por que aprender:

LLM não soma — Python soma.

Conceitos-chave:

Deterministic compute, hallucination prevention.

O que é:

Cada Silver Platter tem TTL e timestamp. Stale platters são marcados.

Por que aprender:

Dado velho mata análise.

Conceitos-chave:

TTL, timestamp, regeneration trigger.

O que é:

Wiki Markdown persistente compilada incrementalmente pelo agente — entidades, contradições, sínteses.

Por que aprender:

É o futuro dos Silver Platters: vivos, evolutivos.

Conceitos-chave:

Incremental synthesis, entity pages, cross-links.

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3.2~40 min

🍳 Pantry / Prep Table / Plate — mapa de dados

A metáfora da cozinha que organiza onde dado vive, é processado e vira ação.

O que é:

Bancos, sistemas, APIs, planilhas vivas, Drive, Notion, integrações.

Por que aprender:

Mapa do que existe ANTES de qualquer agente.

Conceitos-chave:

Source of truth, freshness, ownership.

O que é:

Onde dado bruto vira Silver Platter — limpeza, agregação, sumarização.

Por que aprender:

É a fábrica do contexto.

Conceitos-chave:

ETL, sumarização, normalização.

O que é:

Onde a informação preparada vira brief, decisão, alerta, automação executada.

Por que aprender:

Sem Plate, dado não vira ação — só relatório.

Conceitos-chave:

Outcome, brief, decision support.

O que é:

Diagrama com 3 colunas: pantry, prep, plate. Conexões entre dados, processos, saídas.

Por que aprender:

Visual elimina ambiguidade.

Conceitos-chave:

Data flow diagram, ownership, latency.

O que é:

Pantry (fresh), Prep (1h-1dia), Plate (segundos).

Por que aprender:

Identifica quem precisa cron, quem precisa real-time.

Conceitos-chave:

Latency, freshness budget, batch × stream.

O que é:

Marco (Shopify+Meta+CSV → KPIs → brief). Sally (iManage+Outlook → case scaffold). Sana (EHR → biopsy summary).

Por que aprender:

Ver o método aplicado ancora o aprendizado.

Conceitos-chave:

Domain-specific kitchen, persona-driven design.

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3.3~45 min

🛠️ Skills como processos vivos

Skill é jogo infinito. Você começa simples, observa erros, refina. Aqui você aprende a engenharia do refinamento.

O que é:

Processo reutilizável com entrada, passos, saída e exemplos. Slash command no Claude Code.

Por que aprender:

É a forma de não pedir tudo do zero toda vez.

Conceitos-chave:

SOP, slash command, declarative behavior.

O que é:

Sequência de passos que sempre funciona. Resultado da iteração.

Por que aprender:

Sem critical path, agente perde tempo procurando.

Conceitos-chave:

Happy path, error branches, idempotência.

O que é:

name, description, instructions, when_to_use, examples — markdown estruturado.

Por que aprender:

Padronização permite reuso e auditoria.

Conceitos-chave:

Frontmatter, declarative, examples-driven.

O que é:

Você nunca termina uma skill — itera. Cada erro é insumo para melhorar.

Por que aprender:

Mentalidade certa evita "uma e pronto".

Conceitos-chave:

Living document, error → improvement.

O que é:

Claude Code Skills (.skill.md), OpenAI Agent Skills (Codex). Conceito convergente, sintaxe diferente.

Por que aprender:

Suas skills devem rodar onde você precisar.

Conceitos-chave:

Portability, convergence, vendor difference.

O que é:

Cada skill tem casos-exemplo com saída esperada. Eval automatizado quando possível.

Por que aprender:

Skill sem teste regride silenciosamente.

Conceitos-chave:

Eval, regression, fixture.

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3.4~50 min

🌐 MCP — conectando ferramentas e dados

97 milhões de downloads/mês. Linux Foundation. O TCP/IP da era agêntica.

O que é:

Protocolo padronizado para conectar agentes a tools, dados e prompts externos.

Por que aprender:

Sem MCP, cada integração é custom — não escala.

Conceitos-chave:

Server, client, transport, capability.

O que é:

Anthropic (origem), OpenAI (mar/2025), Google DeepMind (abr/2025), Cursor, Windsurf, Zed, JetBrains.

Por que aprender:

Não é hype. É padrão consolidado.

Conceitos-chave:

Multi-vendor, governance (Linux Foundation), adoption curve.

O que é:

MCP server expõe capacidades. Agente é client. Transport: stdio, SSE, HTTP.

Por que aprender:

Saber quando usar stdio (local), SSE (cloud).

Conceitos-chave:

Stdio, SSE, HTTP, JSON-RPC.

O que é:

Tools (ações), resources (leitura de dados), prompts (templates reutilizáveis).

Por que aprender:

Saber qual usar para qual caso evita anti-padrões.

Conceitos-chave:

Tool × resource × prompt, idempotência.

O que é:

Centenas de servers oficiais e da comunidade — instalação em 1 comando.

Por que aprender:

Evita reescrever integrações conhecidas.

Conceitos-chave:

Server marketplace, composability.

O que é:

Use mcp-builder skill ou SDK Python/TypeScript. Ideal para sistemas internos.

Por que aprender:

Empresa séria tem dados internos — MCP server é o jeito.

Conceitos-chave:

SDK, FastMCP, custom server.

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3.5~40 min

🧠 Context Engineering — a nova disciplina

Anthropic, set/2025: não é prompt engineering para agentes. É a engenharia de qual contexto produz qual comportamento.

O que é:

Prompt engineering era para 1 prompt → 1 resposta. Agente faz centenas de chamadas — outra disciplina.

Por que aprender:

Quem fica em prompt engineering perde a era atual.

Conceitos-chave:

Multi-turn, agent loop, evolution.

O que é:

Cada token na janela compete por atenção. Cada token custa.

Por que aprender:

Janela inflada perde sinal e queima dinheiro.

Conceitos-chave:

Token budget, attention dilution, recency.

O que é:

Em vez de mandar tudo, mande paths. Agente carrega sob demanda via Read.

Por que aprender:

Reduz custo + aumenta foco.

Conceitos-chave:

Lazy loading, file pointers, retrieval.

O que é:

Sumarizar tool outputs longos, comprimir histórico, descartar ruído.

Por que aprender:

Sessão longa sem compactação degenera.

Conceitos-chave:

Summarize, prune, post-compaction hook.

O que é:

Anthropic mantém prefixo do prompt em cache por 5 min — desconto de 90%.

Por que aprender:

Saber organizar contexto em ordem cacheable.

Conceitos-chave:

Cache breakpoint, stable prefix, hit rate.

O que é:

Right context, right time, right format. Three Rs do context engineering.

Por que aprender:

Heurística que cabe na cabeça.

Conceitos-chave:

Right-time × right-amount × right-format.

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3.6~40 min

💾 Memória como filesystem

Letta/MemGPT (UC Berkeley), Karpathy LLM Wiki, Claude Code 3-level memory. Memória estruturada como disco.

O que é:

Memória precisa hierarquia, paths, permissões, TTL — características de filesystem.

Por que aprender:

Sem essa estrutura, memória vira pilha desorganizada.

Conceitos-chave:

Hierarchy, paths, ACL, TTL.

O que é:

Core memory (in-context = RAM), archival memory (indexada = disco), recall memory (histórico).

Por que aprender:

É a implementação acadêmica mais rigorosa.

Conceitos-chave:

Core × archival × recall, swap-in/out.

O que é:

~/.claude/CLAUDE.md, projeto/CLAUDE.md, subpasta/CLAUDE.md. Cascata.

Por que aprender:

Mapeia direto para filesystem hierárquico.

Conceitos-chave:

Cascade, scope, override.

O que é:

Agente compila memória em wiki Markdown — entidades, contradições, sínteses, cross-links.

Por que aprender:

Memória que se enriquece sozinha.

Conceitos-chave:

Incremental, entity-graph, contradiction tracking.

O que é:

Embeddings + vector DB para busca semântica em arquivos grandes.

Por que aprender:

Quando filesystem hierárquico não basta.

Conceitos-chave:

Embedding, similarity, hybrid search.

O que é:

Cada item de memória tem dono, escopo, expiração e quem pode ler.

Por que aprender:

É o que separa memória de poluição.

Conceitos-chave:

TTL, scope, ACL, ownership.

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